Climbing Quetrupillán volcano – first day / Escalando o vulcão Quetrupillán – primeiro dia – 3jan2013

(PARA TEXTO EM PORTUGUES BRASILEIRO, DESÇA A PÁGINA)

The real mapuche name for Villarica volcano is Rucapillán that means “house of spirits”.

 

Rucapillán volcano partially covered by a cloud   Vulcão Rucapillán parcialmente encoberto por uma nuvem

Rucapillán volcano partially covered by a cloud Vulcão Rucapillán parcialmente encoberto por uma nuvem

 

Climb Rucapillán volcano (or Villarica) wasn´t the best choice, mainly because i had to go with hundreds of tourists in a agency tour. So, i couldn´t do my own insight-discovering-trip in the middle of peaceful nature as i would like to. Little by little i realised that and, fortunately, i had a day off – 2nd of January – because of the bad weather, to change my plans.

 

Map showing Rucapillán volcano (or Villarica) and Sendero Challupen Chinay around it / Mapa mostrando o vulcão Rucapillán (ou Villarica) e o Sendero Challupen Chinay que o contorna

Map showing Rucapillán volcano (or Villarica) and Sendero Challupen Chinay around it / Mapa mostrando o vulcão Rucapillán (ou Villarica) e o Sendero Challupen Chinay que o contorna

 

Very often bad and rainy weather is only in low altitudes. That day at the high mountain it was sunny and blue sky. Only in the afternoon, in Pucón downtown, i met the website www.snow-forecast.com where we can see the weather in different altitudes, wind directions, snow altitudes etc.

It was good staying in Pucón during that day. I could realise and plan how to climb Quetrupillán volcano – my new plan B : leave the camping next day and heading Villarica National Park.
Inside Villarica National Park there are four different volcanos: Rucapillán (or Villarica), Quetrupillán, Quinquili and Lanin. The last one is located in the border between Chile and Argentina. Being in Pucón, the best for a roottraveller is to go into the Park doing a day by day walking n´camping trip. The reason is mainly the long distances between the city and the most interesting spots. Sleeping in Pucón every night isn´t a good choice.

So, next day early morning i left Pucón at 7 am in a small bus to Curarrehue. I had to get off in a small road linking to Thermas Palguin (10km) and then reach a secondary entrance of the Villarica National Park (6km) much closer to Quetrupillán volcano base.

 

Packing and leaving Pucón for a walking&camping inside the National Park / Levantando acampamento em Pucón pra andar e acampar dentro do Parque Nacional

Packing and leaving Pucón for a walking&camping inside the National Park / Levantando acampamento em Pucón pra andar e acampar dentro do Parque Nacional

 

At that time i had only more 3 full days. I had to hitchhike from the main road, where the bus left me till, at least, Thermas Palguin and then hike till the National Park entrance. The road had a spare car traffic but i´ve got one car stopped with a man called Manuel – by coincidence he works at the Thermas – and left me at its gate at 9am.

Hacer dedo” (to do hitchhike) in Chile is very easy. Fortunately, cars really stop very often.
I walked maybe more 6km till National Park gate. In fact, after Thermas Palguin we have two options: heading straight to the South we get Sendero Estero Mocho (blue in the CONAF ´s map but red in real). It is a shorter way but we ´ve to pass through a private property (parcelas) where we´ve to pay around US$ 6 to access the Park. The other option, wich i accidentally took, is to follow the main road. It´s a longer way and after the entrance catch Sendero Los Venados (in red).

 

Map (from CONAF) showing access to volcan Quetrupillán and Laguna Azul / Mapa da CONAF mostrando acessos ao vulcão Quetrupillán e Laguna Azul

Map (from CONAF) showing access to volcan Quetrupillán and Laguna Azul / Mapa da CONAF mostrando acessos ao vulcão Quetrupillán e Laguna Azul

 

Close to the Park entrance we can see a sign – Laguna Azul , 22km – and then it starts going up.

I was surprised with the forest extremely low biodiversity inside the park. Very few different species of trees, plants and animals. Maybe because of the cold weather or due to the fact that is not a primary forest. The most common trees we can see are lenga with different sizes and, upper to 1200m high, beautiful and huge araucarias (that gives the name to this chilean region).

 

Villarica National Park flower/ Tipo de flor do Parque Nacional Villarica

Villarica National Park flower/ Tipo de flor do Parque Nacional Villarica

 

A bothering insect is a kind of grey/yellow fly. Firstly i thought they were  bees,  but not. It sticks on our skin and it is difficult to take it off. Also it can bites even through your cap or shirt. Really annoying but on the other hand you don´t stop walking for long time 😉

I walked all day long going up through araucarias and lengas forests. I would like to camp nearby to the water source but around 7pm i was really exausted and decided to stay where the two senderos (Los Venados and Estero Mocho) cross themselves. After pitching the tent i went down through Sendero Estero Mocho for twenty minutes in order to find a river and have some water to cook and drink. The sunset shadows into the forest, good food, water, resting. Absolutely it was one of the most amazing moments of the trip untill now.

 

 

 

O verdadeiro nome do vulcão Villarica, na lingua mapuche, é Rucapillán, que significa “casa dos espíritos”.

Subir o vulcão Rucapillán (ou Villarica) não era a melhor escolha estando em Pucón. Principalmente porque eu teria que ir com centenas de turistas em um passeio organizado por agências de turismo. Desta maneira, não teria como fazer minha viagem de descoberta interior e auto-conhecimento no meio da Natureza cheia de paz e harmonia, como eu queria. Aos poucos fui entendendo isto e tive que replanejar rapidamente já que não tinha muitos dias.

Felizmente tive um dia de folga já que o tempo amanheceu chuvoso no dia 2 de Janeiro. Depois soube que o mal tempo era só em baixas altitudes. Na alta montanha, acima de 2000m, o sol brilhava forte. Isto acontece frequentemente, mas somente a tarde, na cidade, eu descobri o website www.snow-forecast.com , muito útil, onde se pode ver esta e outras informações com antecedência, tais como: ventos, altitudes da neve, etc.

 

Map of Villarica National Park showing volcanos Quinquili (yellow small on the top) and Lanin (down right) on the Chile and Argentina border / Mapa do Parque Nacional Villarica mostrando os vulcões Quinquili (em amarelo no alto-centro) e Lanin (abaixo a direita) na fronteira entre Argentina e Chile e as trilhas ao redor

Map of Villarica National Park showing volcanos Quinquili (yellow small on the top) and Lanin (down right) on the Chile and Argentina border / Mapa do Parque Nacional Villarica mostrando os vulcões Quinquili (em amarelo no alto-centro) e Lanin (abaixo a direita) na fronteira entre Argentina e Chile e as trilhas ao redor

 

Foi bom ficar em Pucón durante o dia. Só assim pude planejar com calma o novo desafio: subir o vulcão Quetrupillán. Mais distante da cidade, eu teria que deixar o camping no dia seguinte e partir em direção ao Parque nacional Villarica.

No Parque Nacional Villarica, existem quatro vulcões: Rucapillán (ou Villarica), Quetrupillán, Quinquili e Lanin. este último está localizado na fronteira entre o Chile e Argentina. Então o melhor para um roottraveller é ir andando e acampando, dia após dia, dentro do Parque Nacional. Devido as distancias longas até os lugares mais interessantes, dormir toda noite em Pucón, não é uma boa opção.

Assim, na manhã seguinte, bem cedo, deixei Pucón num micro-onibus para Curarrehue. O plano era descer numa pequena estrada que leva às Thermas Palguin (10km) e depois à uma entrada secundária do Parque Nacional Villarica (6km), bem mais perto da base do vulcão Quetrupillán.

Àquela altura eu só tinha mais tres dias completos para ir e voltar. teria que tentar a sorte pedindo carona depois que descesse do onibus na estradinha. Pelo menos para percorrer os 10km até a Termas Palguin. Depois poderia andar os 6km até a entrada do Parque, até porque o trafego na estradinha era quase inexistente. Depois de quase uma hora andando, o primeiro carro que passou parou. E o motorista, Manuel, que por sinal trabalhava na Palguin me levou até a entrada da Termas, onde chegamos as 9h.

“Hacer dedo” (pedir carona) no Chile é bem facil. Felizmente ois carros param com muita frequencia.

Andei talvez mais 6km até o portão do Parque. Na verdade, depois das Thermas Palguin, passados alguns quilômetros, temos duas opções: a direção Sul nos leva até o Sendero Estero Mocho (aparece azul no mapa da CONAF mas tem balisas vermelhas no terreno). Este caminho é mais curto mas passamos por propriedades particulares (“parcelas”) na última das quais é cobrado em torno de US$ 6 para se ter acesso ao Parque. A outra opção, que acabei escolhendo por acidente, é seguir a ruta (estradinha) principal. O caminho leva à entrada oficial do Parque e aí começa o Sendero Los Venados (este sim, vermelho no mapa e no terreno).
Perto da entrada do Parque vemos uma placa em madeira: Laguna Azul, 22km. E então começa a subida pela trilha depois do rio.

Fiquei bastante surpreso com a baixa biodiversidade das florestas e bosques dentro do Parque Nacional. Poucas espécies de árvores, plantas e animais. Talvez por causa do clima frio ou devido ao fato das florestas não serem primárias. As árvores mais comuns são a “Lenga” de diversos tamanhos e , acima dos 1200m de altitude, bonitas e gigantescas araucárias que dão emprestam o nome à esta região do Chile.

Tem um inseto que incomoda bastante nesta área. É uma mosca grande cinza e amarela que num primeiro momento pensei que fossem abelhas. Mas não. Ela “cola” na pele e não desgruda facilmente. Ela pode picar através da camiseta e até do boné. O jeito de se livrar dela é não parar muito pra descansar e ter o corpo todo coberto.

 

Young araucaria / Araucária jovem

Young araucaria / Araucária jovem

 

Andei todo o dia através de bosques e florestas de lengas e araucárias. Gostaria de acampar perto de um rio ou fonte de água mas por volta das 7 horas estava realmente muito cansado e decidi pernoitar onde os dois senderos (trilhas) – Los Venados e Estero Mocho – se encontram. E depois de armar a barraca desci pelo Sendero Estero Mocho com intuito de encontrar um rio e pegar água pra cozinhar e beber. As sombras do por do sol na floresta, comida deliciosa, água, descanso. Com certeza não existe sensação melhor estando no meio da pura Natureza e depois de um dia inteiro andando (foram pelo menos dez horas)

 

Sunset from inside the forest / Por do sol visto do meio da floresta

Sunset from inside the forest / Por do sol visto do meio da floresta

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